Sistema de Design
Cada decisão visual segue o mesmo critério da avaliação clínica: nada por tendência, tudo por proporção. Um véu de vidro fosco levemente dourado, duas atmosferas — clara e imersiva — e um movimento contido, sem excesso.
Cor
Dourado é acento, texto e brilho — nunca superfície inteira. A base é sempre creme quente ou obsidiana quente: preto e branco puros não aparecem em lugar nenhum do sistema.
Uma quarta família — status clínico (sucesso, atenção, alerta) — fica deliberadamente dessaturada. Nada de cor vibrante para comunicar estado; o contexto é clínico, não um painel de produto.
Tipografia
Uma grotesca contemporânea para títulos, tracking apertado; um sans humanista leve para o corpo, entrelinha alta. A serifa aparece só em citações — o discurso da marca, não a interface.
"A estética deve valorizar quem você é, nunca transformar você em outra pessoa."
Espaço & Luz
O espaçamento segue uma escala só, base 4px. A translucidez segue a mesma lógica: quanto menos opaco o véu, mais decorativo; quanto mais opaco, mais denso o conteúdo que ele sustenta.
Marca
O mesmo sistema resolve dois registros: claro e público para o consultório, escuro e imersivo para a simulação 3D. Nenhum token muda de nome entre os dois — só de valor.
Base clara e serena, camadas de vidro e luz. Critério clínico, muito ar.
Ver procedimentosObsidiana quente para o 3D brilhar. Ouro ganha bloom; vidro ganha vida.
Iniciar simulaçãoMovimento
Movimento moderado, sem bounce, orquestrado por GSAP. Emprefers-reduced-motion, cada recurso mostra o estado final direto — sem exigir animação de ninguém.
O card inclina seguindo o ponteiro — a mesma física usada no visualizador facial 3D.
Caractere a caractere, com máscara — o recurso mais teatral do motor, reservado para aberturas.